Julho 1, 2008
Todo mundo bem de vida, ninguém tá querendo descer.
Julho 1, 2008
Todo mundo bem de vida, ninguém tá querendo descer.
Junho 27, 2008
Eu confio nas coisas pequenas
Levantar a tampa do vaso
Apagar a luz ao sair
Piada com a cara do Banin
Mão na perna como se não fosse nada
Às vezes a angústia é grande e os detalhezinhos salvam a gente.
Junho 24, 2008
sinto-me um intruso.
aqui e em outros lugares.
o último a sair, apague a luz.
Junho 24, 2008
Cereja.
Bolinho de risotto.
Cama.
parece-mas-ainda-não.
Sono.
Quantidades Faraônicas.
Inconseqüência,
beijo.
Providências Salutares (pffff)
Junho 21, 2008
Junho 20, 2008
Estava lendo o novo livro do Paulo Hecker Filho, Fidelidades, onde, numa de suas prosas poéticas, ele conta que, antigamente, deixava bilhetes, livros e quindins na portaria do prédio do Mario Quintana: ‘Para estar ao lado sem pesar com a presença’.
Há outras histórias e poemas interessantes no livro, mas me detive nesta
frase porque o não pesar os outros com nossa presença é um raro estalo
de sensibilidade.
Junho 19, 2008
assim que é a vida.
cheia de fases.
tá acabando.
mas eu não sei matar o chefão final.
Junho 19, 2008
eu queria tirar meus pensamentos, pode ser pelo ouvido mesmo, limpá-los com cândida e reorgâniza-los.
cansei de não entender o que eu penso, ou de pensar o que eu não entendo.
Junho 19, 2008
1. Sair de casa faz bem ao cérebro, ao peito e ao espectro social. Claro que não ao bolso e, especialmente, não àqueles que tentam conter vontades.
2. Com esse ar frio, se eu tivesse um carro agora minha língua estaria seca, pendurada pra fora.
3. Parece que alguém requisitou propriedade. Tô lavrando a escritura em formato de vontade absurda.
4. Conheci o Pedro hoje e ele não era do Acre. Apesar de ter sumido, Banin, eu ainda me lembro das suas mentiras. Ou das mentiras que você protege como se fossem suas.
Junho 19, 2008
No dia 16 de maio eu escrevi isso, às 3 e 40 da manhã:
“Oráculo mais whisky = antropologia correta.”
Acho que foi o dia do árcor no broco, nem pergunta o que eu queria dizer.