Espremidinhos no ônibus, a gente murmura: Puxe a cordinha, sim?
O vizinho não ouve e a gente, com a pasta pesada na mão e a ponta do guarda-chuva alheio nas costelas, se estica e com a ponta do dedo dá um jeito de soar a campainha, porque senão o ar falta e a gente desmancha.

O problema é que os motoristas freiam meio de supetão.

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